Posts da categoria ‘Assuntos Aleatórios’

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10 08
Arquivado em Assuntos Aleatórios, Vida Diária às 11:24 por Julia

Sono. Essa vida de acordar cedo pra ir pra academia nem sempre me deixa feliz… hehe. Mas enfim, é necessário, e eu até gosto de fazer hidroginástica e natação. Já malhar, eu faço por obrigação mesmo. =P Fiz um investimento na vida saudável. Gastei uma grana pra pagar academia, leggings, tênis, maiô, óculos, touca, roupão, bolsa. Fiz até algo que considero ‘anormal’: gastei mais de 100 reais num tênis (não muuuito mais, mas mais). O quê? o.O Você nunca gastou mais de 100 reais em um tênis???? Pra dizer a verdade, sim, umas duas vez além dessa. Pra comprar um adidas que eu gostei MUITO, e depois pra comprar outro quando o antigo morreu (quando digo morreu, é quando a sola está saindo e tals… hehe). Mas durou uns bons 4 ou 5 anos. O último ainda vive, e tem essa idade. Na verdade, eu reluto muito em gastar mais de 100 reais em qualquer peça do meu guarda roupa (digo em uma única peça). Além desses tênis, devo ter gastado mais de 100 em duas botas de cano alto, uma bolsa e em uns três ou quatro vestidos (geralmente pra festas). Mas nunca, realmente NUNCA gastei mais de 300 reais em uma única coisa (de vestuário, né? Óbvio que alguns dos meus eletrodomésticos foram mais que isso… rs). Dá pra imaginar? Bem, levando em consideração que não dou muito valor a marcas caras, sim. Tênis, tirando um adidas e o da academia (que, eu acho, é um Reebok), uso praticamente só All Star (o mais caro foi 85). Sapatos, tenho poucos. Algumas sapatilhas pra looks mais arrumadinhos (porque não me dou bem com salto alto). Gosto de coisas da Picadilly, porque sou MUITO chata com conforto de pés. Machucou? Encosto no armário. XD Calças jeans? Tudo praticamente da C&A, Renner e Marisa. Acho que tive uma Vide Bula – que ganhei – e uma Levi’s – que comprei numa ponta de estoque nos EUA por U$10. Tem muita gente que realmente não acredita que eu nunca gastei mais de 100 reais numa calça, mas realmente, nunca mesmo. Até porque, se eu preciso de uma calça, eu vou em loja de departamento procurar, e costumo achar o que quero. Não estou dizendo que sou contra quem gasta 500 reais em uma peça, mas eu acho que nunca achei nada que eu amasse/precisasse tanto a ponto de dar tanta grana (e não me arrepender amargamente depois… heuaheua).

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10 08
Arquivado em Assuntos Aleatórios, Vida Diária às 14:29 por Julia


De vez em quando eu me aventuro na cozinha. Na verdade, eu cozinho com frequência, mas de vez em quando eu resolvo testar algumas receitas novas. Esses cupcakes ficaram particularmente bons. Não ficaram assim, bonitos (eles cresceram mais que a forminha… devia ter colocado menos massa… hehe), mas estavam bem gostosos.^^ E coloridos. Peguei a receita daqui. =)

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06 08
Arquivado em Assuntos Aleatórios, Vida Diária às 13:54 por Julia

Adoro memes. Esse eu achei no site da Uaba. Clique no post completo para ver.

HÁ 10 ANOS:
1. eu estava no segundo ano do ensino médio
2. adorava animes e mangá
3. nunca tinha pintado o cabelo
4. queria fazer medicina
5. arrumei meu primeiro namorado

HÁ 5 ANOS:
1. estava no segundo ano da faculdade de design
2. já tinha pintado meu cabelo de umas 5 cores diferentes
3. aprendi a desenhar no flash
4. fiz meus 2 melhores amigos na faculdade
5. estava com o segundo namorado (e meu atual)

HÁ 2 ANOS:
1. estava no último ano de faculdade, fazendo tcc
2. trabalhava no último estágio acadêmico, desenhando/animando em flash
3. fiz 7 anos de namoro com meu atual namorado
4. fazia camisetas pra vender
5. achava que nunca sairia de Belo Horiznte

HÁ 1 ANO:
1. saí da agência onde fiz meu último estágio
2. me inscrevi pra tentar Curso Abril de Jornalismo em SP
3. tinha planos de me casar
4. achava que nunca conseguiria um emprego descente em BH
5. fiz 2 tatuagens grandes

ONTEM:
1. fiz 2 meses e meio morando junto com meu namorado (e 5 meses morando em SP)
2. vi o filme novo do Indiana Jones
3. fiz compras no supermercado
4. tomei café no Starbucks
5. instalei um portãozinho no meu corredor pra manter o cachorro longe dos quartos

HOJE:
1. acordei 10h
2. dei comida pras gatas
3. comecei a trabalhar na Abril Colecionáveis
4. comi salmão com legumes no almoço
5. folheei os 2 primeiros volumes do Atlas da Nacional Geographic

AMANHÃ EU VOU:
1. estar com meu Outlook configurado (espero)
2. vir trabalhar mais cedo e sair mais cedo (também espero)
3. me acostumar com esse teclado e mesas novos
4. trazer bonequinhos pra customizar minha mesa
5. trazer uns mp3 pra ouvir no trabalho

CINCO COISAS DAS QUAIS NÃO POSSO VIVER SEM:
1. meu namorado
2. meus bichos de estimação
3. meu crachá (uso ele pra comer, oras)
4. internet
5. papel e lápis/caneta

CINCO COISAS QUE EU COMPRARIA COM R$1.000:
1. máquina de costura
2. uma conta pro no Flickr
3. meias calças para o inverno
4. coturno novo
5. aspirador de pó portátil

CINCO MAUS HÁBITOS:
1. preguiça
2. dormir e acordar tarde
3. calcular mal o tempo que levo pra chegar aos lugares (mal de morar há pouco tempo em SP)
4. comprar coisas que não preciso tanto assim
5. mania de limpeza (nem sei se é um mau hábito, mas me deixa meio neurótica às vezes)

CINCO PROGRAMAS DE TV:
1. ER
2. Miami Ink
3. Pushing Daisies
4. Extreme Makeover
5. Desperate Housewifes

CINCO COISAS QUE ME ASSUSTAM:
1. ficar doente
2. ficar sozinha
3. pau/virus em computador
4. falta de dinheiro
5. armas

CINCO LUGARES ONDE QUERO IR DE FÉRIAS:
1. Japão
2. Tailândia
3. Fernando de Noronha
4. Nova Iorque
5. Europa (porque não consigo escolher um país)

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06 08
Arquivado em Assuntos Aleatórios, Vida Diária às 17:15 por Julia

O desenho já é um pouco antigo, mas é apenas pra ilustrar o dia. Eu tenho muita sorte de poder passar o dia dos namorados com um cara que eu amo demais, e que me ama também, no nosso nono ano juntos. Mas no fim, nenhum de nós se importa com a data em si. Aliás, a gente não tem muito apego a datas. Isso evita muito stress na nossa vida (afinal, já existem tantos outros, né?).
Tanto que nem vamos fazer nada especial… quer dizer, não vamos ir para restaurantes/motéis que hoje com certeza estarão lotados. Eu vou chegar em casa, cozinhar um jantar legal, e vamos ficar juntinhos e felizes, como todos os dias.
Porque essa data só serve mesmo para fazer as pessoas que não têm namorado se sentirem um lixo. =P

09
06 08
Arquivado em Assuntos Aleatórios, Vida Diária às 17:37 por Julia

A gente passa dos 25 e começa a sentir a podridão da idade chegando, hehe. Sim, estou exagerando, eu sei que estou muito nova pra reclamar. Mas eu já fui ao médico 4 vezes esse ano, e a cada uma, eu descobri alguma coisa bizarra na minha saúde. Lordose, escoliose, colesterol alto e certas coisas que não vou comentar porque não sou obrigada, né? Imagina quando passar dos 30. Uau. Mas enfim, desde que me mudei pra SP, as bactérias nativas parecem ter algum problema comigo.
Minha relação com SP tem sido de amor e ódio. As coisas boas e ruins se equiparam numa proporção tão igual, que juro que não sei dar uma opinião sincera se gosto daqui ou não.

Coisas boas:

  1. É uma grande metrópole, onde todos os shows, exposições e eventos legais acontecem. Por isso, nunca falta o que fazer, e tem de tudo, de parques a shoppings, de baladas a museus, em todos os preços (inclusive de graça).
  2. Tudo que você precisa, você acha, do mais barato ao mais caro. Seja na 25 de Março, na Santa Efigênia, na Liberdade, ou mesmo em algum das dezenas de shoppings, feiras, mercados e galerias que têm por aqui.
  3. Tem metrô, que funciona, e é integrado ao sistema de ônibus – bilhete único é uma benção: em duas horas você pega quantos ônibus quiser pagando apenas uma passagem, ou metrô e ônibus pagando meia passagem na segunda condução.
  4. Mercado de trabalho para design: meu salário é o triplo do que eu ganhava em Belo Horizonte, e as condições de trabalho, muito melhores. Eu tenho um mac!
  5. Energia elétrica é bem mais barata que em BH. E tem gás encanado, que também sai mais barato do que comprar botijão.

Coisas ruins:

  1. O tempo é bizarro. Muda a cada 2 horas. Sério. Tem que andar com casaco e guarda chuva na bolsa, porque nunca se sabe o que vai acontecer. Fora que o frio é FRIO.
  2. O ar é poluído e cinza. Não dá pra ver o horizonte porque só existem prédios. As marginais Tietê e Pinheiros (onde trabalho) fedem. E em dias quentes fedem muito mais.
  3. Tudo é longe… afinal, a cidade é grande. A idéia é achar as coisas na sua região, pra não precisar se deslocar muito.
  4. O trânsito é uma porcaria. Tipo, sem noção. Tem dias que não anda mesmo. E em horário de rush os coletivos ficam lotados. E se você der sorte, ainda pega o trem com a torcida do Corintians. Ainda bem que vou andando pro trabalho.
  5. Aluguéis são caros. Umas 3 vezes mais caros que em Belo Horizonte. Restaurantes idem.

Coisas neutras, mas que eu só vejo aqui:

  1. As pessoas têm muitos bichos de estimação. Todo dia na rua vejo alguém com um ou mais cachorros. Em parques, no fim de semana, é tipo um desfile.
  2. Sabe aqueles otakus que a gente só costuma ver em convenção de anime? Aqui em SP eles ficam na Liberdade todo fim de semana, inclusive vestidos de cosplay.
  3. Muitos gays. MUITOS. Ou eu que ando em lugares onde os gays gostam. Possível.
  4. Os paulistanos chamam sinal de trânsito – semáforo – de farol. E eles ficam do outro lado da rua nos cruzamentos.
  5. Se BH tem buteco em cada esquina, aqui tem uma padaria. E uma pizzaria.

Apesar de tudo, continua sendo Brasil. Só que com mais filas. Porque, afinal, são 15 milhões de pessoas.

05
06 08
Arquivado em Assuntos Aleatórios às 17:52 por Julia

Solidão é um sentimento engraçado. Tem coisas que a sociedade meio convencionou que você precisa estar sozinho para fazer – como ir ao banheiro, ou ler um livro, por exemplo -, mas existem outras coisas que, se você faz sozinho, te fazem parecer um ser estranho e anti-social – como sair para almoçar desacompanhado, ou ir ao cinema sem alguém.
As pessoas acham estranho quando eu digo que almoço quase todos os dias sozinha. Não que eu não goste de almoçar com as pessoas, obviamente eu prefiro ter companhia, mas nem todo dia rola, né? Por isso, qual o problema?
Na verdade tem até algumas pseudo-vantagens. Primeiro, é um ganho de tempo, levando em conta que, quando eu como acompanhada, mais falo do que como. Segundo, é mais fácil arrumar vaga no refeitório, que quase sempre está lotado. Imagine um grupo de 5 pessoas com bandejas na mão. Quase impossível sentarem juntos. Tem que ficar de tocaia em grupos que se levantam, sentar rápido e jogar guardanapos nas cadeiras ao lado, para guardar lugares. E ainda enfrentar olhares feios de pessoas que queriam sentar alí. =P
Ok, foram razões meio idiotas. Mas o que quero dizer é: porque as pessoas acham tão estranho que outras gostem de fazer coisas sozinhas? Será que não é possível aproveitar algo sem estar ao lado de alguém? Eu realmente não ligo de comer sozinha, mas as outras pessoas acham um absurdo que eu desça pra comer sem chamar ninguém… aí eu fico realmente achando que estou fazendo algo errado, sendo que simplesmente eu estou a fim de fazer aquilo sozinha.
Pode parecer apenas uma boa desculpa para meu comportamento anti-social… mas no fim, qual o problema de ser um pouco anti-social? Estar sozinho não é, necessariamente, estar solitário.

PS: Não, eu não vou ao cinema sozinha, viu? Minha skill de ‘anti-sociedade’ não chegou nesse nível (ainda)… hehe.

03
06 08
Arquivado em Assuntos Aleatórios, Desenho, Design às 14:00 por Julia

Não é raro eu estar desenhando, ou alguém ver um desenho meu e soltar a frase: “Nossa, você tem o dom!”

Vou te contar que acho isso meio bizarro, mas esses dias eu fiquei pensando sobre isso. E realmente eu acho que é verdade. Não que eu tenha o dom, mas que existem pessoas que têm.

Quer dizer, existem as pessoas que são boas em algo porque têm o dom, e as que são boas porque se esforçam. E têm as que se encaixam em ambas as situações – têm o dom, e ainda se esforçam. Geralmente o último tipo são os melhores, e mais geniais. Apesar de que, tem gente que não se esforça e é foda, mas no fim, acaba deixando de lado seu dom para outras coisas (tipo um grande pintor que vai trabalhar num banco, porque pintar não dá dinheiro, então ele pára de se esforçar por isso). Ou seja, no fim, você precisa se esforçar, com ou sem o tal dom.

Mas, infelizmente, existe um limite de esforço para quem não têm o famigerado dom. O cara pode até ser bom no que faz, mas nunca será brilhante, como os que o têm. E isso serve pra tudo na vida: médicos, advogados, programadores de computador, limpadores de vidro, tratadores de zoológico, designers, fotógrafos, e claro, desenhistas.

E como você fala para uma pessoa que desenha há 10 anos, tentando entrar no mercado e se frustrando, – porque obviamente já chegou no limite de evolução pelo esforço, – que, filhinho, você não tem a porcaria do dom! Vai fazer outra coisa da sua vida que é melhor!

Mas não… a nossa sociedade tem essa coisa de dizer o tempo todo: corra atrás do seu sonho, não importa o que seja. Mas vou te contar, importa sim! Eu sempre me lembro daquela cena do filme Schreck 3, onde o Cavaleiro Sem Cabeça diz que o sonho dele é ser flautista.

Olha, eu sei que parece maldade isso, mas maldade é ver alguém que não têm futuro em uma coisa insistindo nela e tomando na cara repetidas vezes porque ninguém tem coragem de dizer que a pessoa deveria tomar outro rumo. Que nem precisa ser completamente diferente… se o cara é ruim de desenho, pode ser um excelente arte-finalista, e ele não é pior do que ninguém por causa disso. Ele só é bom em outra coisa.

E eu acho que cada um é bom em uma coisa, só tem que saber em quê. E ás vezes nem é naquilo que você mais gosta. Porém, é para isso que existem os hobbies, para que você faça o que você mais gosta. Infelizmente trabalhar com o que você mais gosta é pra poucos mesmo. Se você der sorte de, o que você mais gostar for o que você é melhor e isso ainda te sustentar, eu te digo: tu és uma pessoa abençoada.

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PS.1: Mas e aí, Julia, você tem ou não tem o dom de desenhar? Bom, eu gostaria muito de dizer que tenho. Só que eu não me esforço muito. Talvez eu seja um grande potencial desperdiçado e nem estou sabendo. ;)

PS.2: Como puderam ver, finalmente comprei uma prancheta! Graças a ela, passei o final de mês mais pobre da minha existência. Mas agora tenho onde desenhar.

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05 08
Arquivado em Assuntos Aleatórios, Vida Diária às 15:59 por Julia

Tem dias que olho para certas coisas – um desenho, um texto, um blog, um trabalho de design – e penso: nossa, eu consigo fazer melhor que isso. Mas a verdade é, que eu não faço. E quando vou fazer, sai ruim, sai pior do que aquele do qual eu achei que faria melhor. Aí eu tento de novo, e de novo, e de novo, até ficar melhor. E finalmente fica.
Ou seja, isso apenas prova a conhecida teoria de que todo trabalho é 10% inspiração e 90% transpiração. O problema, é que eu travo muito nesses 90% de transpiração. Eu sou incrivelmente preguiçosa (como muita gente… se fosse um problema só meu… hehe). E nessa de tentar de novo e de novo e de novo pra ficar melhor, eu desisto no meio. Quando levo adiante realmente fica melhor, mas geralmente eu não levo.
Esse, é o meu maior defeito. Eu paro quase tudo que faço no meio, se eu não tiver um estímulo muito bom. Eu faço mil planos de projetos e coisas, e quase nunca coloco em prática. E quando coloco vou cheia de empolgação no começo, mas acabo parando por falta de estímulo.
E isso talvez explique porque eu posto tão pouco aqui. Talvez bem mais do que falta de tempo – que no final é apenas uma desculpa, porque tempo a gente faz. Enfim…

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10 07
Arquivado em Assuntos Aleatórios, Vida Diária às 13:55 por Julia

Bom, apesar de eu estar trabalhando a maior parte do tempo, tem horas que aqui no trampo rolam uns momentos de ócio completo. Tipo, agora. E como rolou um bronca geral por conta das pessoas que mexem com criação (designers, ilustradores) falarem alto demais, eu tenho aproveitado os momentos de ócio para fazer desenhos aleatórios direto com a tablet e ouvir música. Isso me fez descobrir o quanto eu gosto de ouvir música “gay” durante minha produção, hehe.
Na maioria do tempo eu escuto rock, hardcore e afins, mas depois do CD do Blaqk Audio – projeto paralelo de música eletrônica do Davey Havok e Jade Puget (na ordem: vocalista e guitarrista do AFI) – eu tou viciada em “tutz-tutz”. E na voz grossa do Davey. Ok, ela é bem homossexual, mas nem por isso é menos sexy. =P
Sim, meu gosto musical é duvidoso (pra não dizer ruim, em vários aspectos), meu gosto pra homem é bizarro (Davey Havok é de longe um padrão de beleza, e de bem mais longe um padrão hetero), mas pelo menos eu não tenho vergonha de admitir. =]
Mas aí, quando eu estava aqui, ouvindo minha gay music, acabei fazendo um desenhinho que eu até gostei. São personagens de rpg de “Werewolf, the Forsaken”, da campanha que o Ig está mestrando.
O meu personagem é a versão adolescente do Havok na época do Sing the Sorrow (um dos melhores cds do AFI, na minha opinião), meu pequeno David, enquanto o Encho joga com a Sofia, a indiazinha gótica e o Markos “Tio Xico” interpreta a Meg, inglesinha junkie completamente pirada (e tarada). Ainda tem o Jacob Johnson, personagem andarilho tocador de blues do Barbi, mas que não é adolescente e nem faz parte do triângulozinho amoroso besta, então eu não fiz (e porque fazem 3 seções que ele não vai, por isso não merece desenho, hehe ;)

Bom, acho que é isso. Post meio incomum, sem reclamar muito da vida, postando desenho e feito no meio do expediente. Espero que não me meta em encrenca depois, weee. XD

Mas hoje é sexta, e depois ainda vou pro FIQ. Então, bom fim de semana e muita música gay pra todos. hehahaha lol

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08 07
Arquivado em Assuntos Aleatórios, Vida Diária às 23:46 por Julia

Vontade de escrever. Escrever histórias, sabe? Várias que permeiam minha cabeça mas nunca realmente consigo colocar no papel (ou num editor de texto). E por que? Como diz o Rafael Barbi, escrever é a coisa mais difícil do mundo. Ok, não vamos exagerar, não é tão difícil escrever, difícil é escrever algo bom, assim como tudo no mundo. Quero dizer, você pode fazer o que quiser, que pode até ser fácil, difícil é fazer ficar bom e os outros realmente gostarem do que você fez.
E esse é meu grande problema com escrever. Escrever bobagens num blog é algo, escrever uma história que seja boa e bem escrita é a grande questão.
Eu sei, eu me cobro muito em tudo que eu faço. É esse o grande motivo de muitas e muitas vezes eu não conseguir completar coisas que começo. Eu quero ser 100% em tudo, mas quando consigo somente ser 80%, eu desanimo, mesmo que eu esteja no começo, e seja normal ser 80%, ou até bem menos. Aí, no final, eu nunca consigo ser 100% em porcaria nenhuma e fico um poço ambulante de frustração.
É, eu sou um ser difícil. Difícil de conviver, difícil de agradar, difícil. Nem eu mesma consigo fazer algo que eu goste. E às vezes o que eu gosto é muito esquisito (lembrem-se, eu gosto de AFI, a banda mais “gosto duvidoso” ever). Então, pra eu gostar, tem que ser bom e estranho, o que com certeza acaba distorcendo o “bom”.
Concluindo, eu tenho vontade de escrever histórias, mas elas são muito estranhas, e é difícil fazer o estranho ficar bom, ainda mais no meu nível de cobrança. Resultado: não escrevo nem o que tenho vontada nem o que preciso escrever. E acabei foi escrevendo um post grande e meio inútil.

Mari Leonardelli & Blah!Comunicação